O Design Observer publicou um artigo muito interessante sobre a presença de interfaces derivadas das telas de computadores na arte contemporânea. O texto mostra vários exemplos de trabalhos e faz uma reflexão sobre a efemeridade desses universos. Vale a leitura.
Eu gostei bastante da instalação retratada abaixo:

(Hans Gremmen with Monique Gofers, Empty Trashcan, 2004)

Alexandre Fugita
Acho divertido essas transposições de ambientes virtuais em arte/ camisetas ou outras coisas!
Luciano Lobato
Isso dá o que pensar mesmo. Se as interfaces gráficas geralmente usam metáforas da “vida real”, a “vida real” usando metáforas de metáforas é o que? Um negócio meio matrix, se a trilogia não tivesse terminado de modo tão ruim
[]s!
Tatiane Viana
No minímo curioso.
Artisticamente muito criativo e instigante, mas me pergunto se a interação com esses objetos não seria confusa (que vontade de clicar no “File” da parede…hehehe)
Outro questionamento que me fiz foi sobre o excesso do digital no mundo real. Particularmente, acho que faz um bem danado ficar uns dias offline de vez enquando, mas seria bem mais difícil se eu frequentasse um ambiente com uma instalação dessas, para não dizer impossível.
Mas enfim, não posso negar que adoraria um escritório com ambiente meio “Debian”.
=)
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