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Petitpois » Arquitetura de Informação
Category Archive 'Arquitetura de Informação'
18.04.07

Arquitetura de Informação no Brasil

Arquitetura de Informação

Você já respondeu minha pesquisa sobre uma conferência de arquitetura de informação no Brasil? Se sim, muito obrigada. Se não, tire 5 minutos do seu tempo e responda agora, é simples, fácil, rápido e indolor.

17.04.07

Breadcrumbs em abas

Arquitetura de Informação

O Yahoo! está testando um novo tipo de navegação muito interessante em seus sites dedicados à TV e alimentação. Essa navegação, que pode ser chamada de breadcrumbs em abas, parece ser uma boa alternativa a barras de menu laterais com muitos sub-níveis.

Veja esses exemplos para entender como essa navegação funciona:

A home apresenta as categorias de primeiro nível, como já estamos acostumados.

Após a escolha de uma seção no primeiro nível é que a navegação fica mais interessante. Nas páginas de segundo nível vemos abas com links para a home e a seção atual (como em um bread crumb) e o segundo nível de navegação na barra logo abaixo das abas.

Links para as outras páginas de primeiro nível ficam escondidos em dropdown que sai da aba home.

O clique em uma opção do terceiro nível deixa a navegação no modelo de bread crumb ainda mais evidente.

Finalmente, no último nível de navegação o link escolhido fica marcado na barra com navegação secundária.

Acho que essa proposta de navegação pode se tornar muito popular, uma vez que com ela conseguimos usar uma área menos da tela para mostrar a navegação e dedicar mais espaço ao conteúdo. Também gosto do fato de que com esse modelo conseguimos dar mais destaque às informações relevantes a um determinado contexto, sem ter links competindo entre si em todas as telas do site.

Por outro lado, gostaria de ver como essa solução se sairia em um teste de usabilidade. Será que a ausência de uma navegação principal consistente em todas as telas do site não causaria confusão em alguns usuários?

Veja mais sobre esta navegação no Teehan-Lax.

12.04.07

Conferência de Arquitetura de Informação

Arquitetura de Informação

Se você gostaria de ver uma conferência sobre Arquitetura de informação em São Paulo, me ajude a formatá-la preenchendo esse formulário.

05.04.07

Encontro de Arquitetos de Informação

Arquitetura de Informação

Eu estou organizando um encontro de arquitetos de informação aqui em São Paulo. A idéia é termos reuniões informais regulares e também organizar um evento maior, algo como um IA Summit Redux aqui no Brasil.

Se você está em São Paulo, apareça no Bar Pirajá quarta-feira, 11 de abril às 19:30. Se você não tem como vir pra São Paulo desta vez, já pode ir pensando nos temas que você gostaria de discutir em um evento maior.

Espero ver bastante gente por lá!

Segue o endereço do Pirajá:
Av. Brigadeiro Faria Lima, 64

Pinheiros - Tel: (11) 3815-6881

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04.04.07

Mais sobre o IA Summit 2007

Arquitetura de Informação, ia summit 2007

Já estava mais que na hora de eu postar um comentário geral sobre o IA Summit deste ano:

Uma grande diferença entre a edição deste ano e anterior foi a ausência de um tema dominante. Em 2006 todo mundo falava de tags e web 2.0, enquanto esse ano os assuntos pareceram muito mais dispersos.

Outro fato interessante foi a forte presença internacional. Conversei com gente de todos os cantos do mundo, do Canadá à Austrália, passando pelo Japão e pela África do Sul, Noruega, Panamá e tantos outros. A presença de brasileiros também foi grande, foi bem divertido ver o grande interesse de estrangeiros pelo nosso país. E por falar nisso, alguém conhece um podcast que ensine português para estrangeiros?

Sobre Las Vegas eu já falei bastante, mas acabei de ler um texto de Thomas Vander Wal onde ele consegui traduzir o significado dessa cidade de forma precisa: Las Vegas é a tentativa da “first life” rumo a uma “second life”.

E agora vamos ao que interessa, um resumo das palestras que vi:

- Antes da conferência propriamente dita, assisti ao Workshop “Social Information Architecture”, que foi bem interessante e merece um post à parte em algum momento.
- O primeiro dia da conferência começou com a palestra do Joshua Prince-Ramus, um arquiteto de verdade, que foi responsável pelo projeto da famosa biblioteca de Seattle. Sua apresentação foi muito bacana, e ele mostrou um processo de trabalho semelhante os realizado por arquitetos de informação, onde as necessidades e restrições do espaço vêm antes de suas propriedades estéticas.

Saí da sessão maravilhada com o tipo de trabalho realizado por este escritório de arquitetura, mas logo percebi que as coisas não são tão simples quanto aparentam ser em uma apresentação. Esse artigo, por exemplo, traz críticas pertinentes às soluções usadas nesse espaço.

- A segunda palestra do dia foi a “The web that wasn’t” por Alex Wright, sobre a qual já falei por aqui.

- Em seguida assisti a “Information architecture and ethical design” com Olly Wright. Não gostei muito desta apresentação. Achei que as questões éticas propostas por ele estão a anos luz da minha realidade brasileira.

Depois do almoço vi mais quatro palestras:

- “The brave new world: Usability challenges of Web 2.0” onde finalmente pude ver Jared Spool falar ao vivo. A sessão não trouxe nada de novo, mas valeu a pena ver pelo showman que é o apresentador.

- “Best practices for form design” onde Luke Wroblewski falou tudo e mais um pouco sobre design de formulários. Essa foi a sessão mais prática do summit, e apesar de não trazer nenhuma grande idéia ou tratar de temas da moda foi muito interessante. Luke fez um ótimo trabalho e compilou uma série de boas práticas no design de formulários. Seu PPT deve ser lido por todas as equipes de internet.

- Na sessão seguinte, “The conversation gets interesting: Creating the adaptive interface”, Stephen Anderson falou um pouco sobre possibilidades em termos de adaptações de interfaces. As idéias são interessantes, mas ainda precisam ser estudadas com muito cuidado antes de possíveis aplicações.

- Por fim, Are Halland, um AI norueguês, falou sobre sua teoria de núcleos e caminhos em Core+Paths - A design framework for findability.

Eu pretendia fazer um post só falando de todo o Summit, mas esse aqui já está muito longo. Em breve falo mais sobre o segundo e o terceiro dia.

http://seattlepi.nwsource.com/visualart/309029_architecture27.html

19.03.07

Como me tornei arquiteta de informação

Arquitetura de Informação, Pessoal

Volta e meia alguém me pergunta como eu comecei a trabalhar com Arquitetura de informação. Essa é uma pergunta muito válida, uma vez que não existe uma formação padrão para arquitetos de informação e que não há um caminho certo para a entrada no mercado de trabalho. Junte isso à minha formação -nada convencional- em Ciências Moleculares (?!?) e a única explicação que posso dar é que tive muita sorte.

O Curso de Ciências Moleculares da USP, em princípio, não tem nada a ver com Arquitetura de Informação. Mas depois de dois anos cursando matérias de matemática, física, química e biologia, os alunos podem montar seu currículo com matérias da USP toda de acordo com um projeto de pesquisa. Nessa segunda etapa, acabei cursando uma matéria sobre produção de websites na Eca (USP). Foi lá que conhecei a área e percebi que ela era ideal para mim, interdisciplinar, unindo criatividade e raciocínio lógico.

Resolvi pesquisar sobre o assunto e li bastante coisa, desde o famoso livro do Urso Polar, até sites como o Boxes and Arrows além de muitas listas de discussão. Pouco tempo depois soube do programa de estágio da AgênciaClick. Me inscrevi e acabei passando no processo de seleção, mesmo tendo uma formação tão diferente do que seria esperado para a área.

É claro que eu não aconselharia nenhum futuro arquiteto de informação a estudar ciências moleculares, mas acho que essa formação me trouxe muitas coisas boas. Ao menos eu tenho ferramentas e linguagem para falar com quem programa, e posso entender a lógica envolvida nisso.

19.03.07

Matriz de requisitos

Arquitetura de Informação

O Todd Warfel falou em seu blog sobre sua matriz de requisitos, uma forma prática e funcional encontrada por ele de se comunicar e priorizar os requisitos de um sistema.

Os requisitos são as linhas gerais que ditam todo o propósito de um projeto, mas infelizmente, os documentos de requisitos costumam ser chatos, com uma linguagem muito técnica e com isso não são muito agradáveis de se ler. O modelo proposto por Todd vai contra esses pressupostos o que resulta em um documentos resumido, poderoso e com muito mais chances de ser lido por toda a equipe.
O post inicial, com um exemplo em PDF, fez tanto sucesso que ele já postou templates para o Excel e para o Illustrator.

17.03.07

Leitura de sexta

Arquitetura de Informação

Não deixe de ler o artigo do Jorge Arango no Boxes and Arrows sobre contextos e suas implicações na Arquitetura de Informação.

07.03.07

Formulários com campos interdependentes

Arquitetura de Informação, usabilidade

Luke Wroblewski publicou um ótimo artigo no UXmatters analisando as diversas soluções possíveis para o problema de opções interdependentes em formulários.

A forma do artigo é muito útil. Primeiramente ele explica o problema e em seguida lista uma série de possíveis soluções, incluindo uma descrição textual, wireframes e os prós e contras da abordagem. Vale a pena salvar esse artigo e usá-lo como referência no desenho de seu próximo formulário.

28.02.07

Padrões de design

Arquitetura de Informação

Padrões de design, ou design patterns, não são uma unanimidade entre designers e arquitetos de informação. Há quem diga que os padrões inibem criatividade, mas eu acredito em fenômeno oposto, partindo de alguns padrões podemos gastar nosso tempo e inteligência tentando resolver novos problemas ao invés reinventar a roda.

É claro que existem diferentes tipos de bibliotecas de padrões. Algumas adotam uma postura de ditar regras, outras são somente descritivas e por aí vai. Dentre tantas coleções disponíveis uma das minhas favoritas atualmente é a do site designing interfaces. Ela tem me ajudado bastante a resolver problemas de interfaces complexas.
O site traz na verdade apenas uma parte dos padrões disponíveis no livro “Designing Interfaces: Patterns for Effective Interaction Design”. Ainda não tenho esse livro, mas pelos exemplos disponíveis no site, ele é uma referência essencial e já está no topo da minha lista de compras.

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